Conteúdo jurídico específico do país
Redigido com conhecimento jurídico por jurisdição, bem mais completo do que rascunhos gerados por IA que copiam cláusulas genéricas entre países.
Instrumento que formaliza a colaboração entre duas ou mais empresas ou profissionais para a consecução de objetivos comuns no Brasil. Defina contribuições, divisão de resultados, responsabilidades e prazo — e baixe o PDF profissional em minutos.
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O contrato de parceria empresarial é o instrumento que regula a cooperação entre duas ou mais partes — empresas ou profissionais — para a realização de um projeto, empreendimento ou atividade comercial de interesse mútuo, sem que se constitua uma nova pessoa jurídica. As partes unem esforços, recursos, conhecimentos ou redes de contatos para alcançar objetivos comuns, dividindo os resultados proporcionalmente às contribuições definidas em contrato.
No ordenamento jurídico brasileiro, o contrato de parceria empresarial enquadra-se na categoria dos contratos de sociedade em conta de participação (arts. 991-996 CC) quando há participação nos lucros e perdas, ou como contrato de colaboração empresarial (contrato atípico, admitido pelo art. 425 CC) quando as partes apenas cooperam sem compartilhar resultados financeiros. É importante distinguir o modelo adotado, pois as implicações tributárias e societárias são diferentes: a sociedade em conta de participação deve ser tributada como empresa, enquanto o contrato de colaboração pode ser tratado como prestação mútua de serviços.
O contrato de parceria é muito utilizado em joint ventures informais, parcerias comerciais para indicação de clientes, co-desenvolvimento de produtos, projetos de co-marketing e consórcios temporários para licitações. Para preservar a autonomia das partes e evitar caracterização de sociedade irregular, o contrato deve ser claro sobre a independência jurídica de cada parceiro, a ausência de patrimônio comum e a limitação temporal ou por projeto da parceria.
O modelo de contrato de parceria empresarial da Doxuno cobre todas as cláusulas essenciais para uma cooperação empresarial estruturada e juridicamente segura.
Descrição clara do projeto, empreendimento ou atividade em parceria
Capital, serviços, know-how, rede de contatos, infraestrutura e outros recursos
Percentual de receitas, lucros ou economia de custos para cada parceiro
Papéis de cada parte, cronograma de entregas e gestão do projeto
Proteção de informações estratégicas trocadas durante a parceria
Duração determinada por projeto ou por prazo, com condições de renovação
Titularidade sobre criações desenvolvidas em parceria
Condições de saída, multa e restrições pós-parceria
Criar um contrato de parceria profissional pela Doxuno leva apenas alguns minutos. Formalize a cooperação antes de começar o projeto.
Informe os dados de cada parceiro: razão social ou nome completo, CNPJ ou CPF, endereço e representante legal. Defina o nome do projeto ou da parceria para referência no contrato.
Descreva com precisão a atividade, projeto ou empreendimento objeto da parceria. Inclua o mercado-alvo, o produto ou serviço a ser desenvolvido ou comercializado e os resultados esperados.
Liste o que cada parceiro aporta: capital financeiro, propriedade intelectual, equipe, infraestrutura, carteira de clientes, tecnologia ou know-how. Valorize cada contribuição para estabelecer a proporção de participação nos resultados.
Defina como os resultados serão divididos — receitas brutas, lucros líquidos ou economia de custos — o percentual de cada parceiro e a periodicidade da prestação de contas e distribuição.
Fixe a duração da parceria (por projeto ou por prazo determinado). Inclua condições para rescisão antecipada e o que acontece com os ativos e obrigações gerados em caso de dissolução.
Gere o PDF e assine com duas testemunhas para força de título executivo (art. 784 CPC). Registre o contrato em Cartório de Registro de Títulos e Documentos para conferir data certa ao documento.
Quatro razões que tornam os nossos modelos mais completos do que rascunhos gerados por IA e mais atualizados do que bibliotecas estáticas.
Redigido com conhecimento jurídico por jurisdição, bem mais completo do que rascunhos gerados por IA que copiam cláusulas genéricas entre países.
Modelos com referências legais são atualizados continuamente sempre que a lei muda. O seu documento reflete sempre o enquadramento jurídico em vigor.
Descarregamento gratuito. Texto vetorial, fontes incorporadas e citações legais integradas nas cláusulas. Imprimir, assinar, arquivar. Compatível com qualquer fluxo de assinatura, incluindo assinatura eletrónica.
Continue a editar em Word depois do descarregamento. Adicione cláusulas próprias, reutilize o modelo para acordos semelhantes ou partilhe com um colega para revisão conjunta.
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Cada modelo é redigido de forma nativa para o seu país, assente na legislação que realmente se aplica e atualizado sempre que a lei muda — nunca um formulário genérico passado por tradução.
O contrato de parceria empresarial exige cuidado na estruturação para evitar riscos societários, tributários e trabalhistas indesejados.
Este modelo tem fins informativos e não substitui aconselhamento jurídico especializado. Para parcerias com aportes de capital expressivos, propriedade intelectual relevante ou envolvendo sociedade em conta de participação, recomendamos a orientação de advogado.
Revisado por especialistas jurídicos
O contrato de parceria empresarial que não envolve participação nos lucros e perdas é um contrato atípico, admitido pelo art. 425 do Código Civil, que consagra a liberdade contratual. Vincula-se aos princípios da boa-fé objetiva (art. 422 CC), da função social do contrato (art. 421 CC) e da proibição de enriquecimento sem causa (art. 884 CC). Em caso de descumprimento, aplicam-se os arts. 389 e 402-405 CC sobre perdas e danos.
Quando o contrato de parceria prevê participação de ambas as partes nos lucros e perdas de um empreendimento comum, pode configurar sociedade em conta de participação (SCP), regulada pelos arts. 991 a 996 do Código Civil. A SCP não tem personalidade jurídica, mas deve ser tributada como pessoa jurídica (Receita Federal — Solução de Consulta COSIT 369/2014). O sócio ostensivo responde pelas obrigações perante terceiros; o sócio participante responde apenas nas relações entre sócios.
Parcerias em que uma das partes executa trabalho subordinado para a outra podem ser descaracterizadas como contratos de parceria e requalificadas como vínculo empregatício pela Justiça do Trabalho. Para evitar esse risco, o contrato deve demonstrar a autonomia técnica e econômica de cada parceiro, a ausência de controle de jornada e a possibilidade de ambos atuarem com outros parceiros.
Quando a parceria gerar criações intelectuais (software, metodologias, marcas, invenções), a titularidade sobre esses ativos deve ser definida contratualmente. Na ausência de previsão, a Lei 9.610/1998 e a Lei 9.279/1996 estabelecem regras específicas para co-autoria e co-titularidade, que podem não refletir a intenção das partes. O contrato deve indicar se os bens intelectuais gerados são de titularidade conjunta, de uma das partes ou de nova entidade criada para a parceria.
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